terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Das Dúvidas

às vezes tenho medo,

medo de ser indiferente!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Proseando, das incertezas

Os olhos lacrimejaram
como no último inverno.
O olhar triste e vago
de quem um dia se perdeu.

O tempo lhe curou,
A felicidade consumiu
e o sorriso que antes era perdido reapareceu.

Mas ao cruzar com o verso e a sua prosa,
a poesia se entristeceu.
Seu coração bambeou e o que lhe parecia frio e esquecido, esquentou.

O sofrimento é uma das passagens para o renascimento

Agora o verso e a prosa acoam bailando pelo salão,
de mãos dadas, olhar cruzado ...cheios de planos.

A prosa-bailarina foi tirada para dançar,
o Verso lhe disse baixinho em tom de amor
'Dança comigo amada'

A linda moçoila prosa de vestido longo bailou com o verso
noite e dia, dia e noite. Eles bailam, bailam, bailam e bailam...
Entre sorrisos e juras de amor poéticas. Era o novo amor, que consumia o coração vo Verso.

A Poesia de longe descrevia todo o sentimento...é para isso que ela serve.
Um dia ela já bailou por esse salão com cheiro de jasmim e enfeitado po rosas

Não é apenas uma questão de verso... antes fosse, pois
verso a gente apaga e reescreve, amor não!

adulteando

Crescer as vezes é difícil,

Mas não há nada mais intenso e necessário!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Bom dia Saudade minha, das minhas saudades

O pisca pisca ilumina a sala escura
Onde apenas o breu e a sombra são vistos
Sento-me no sofá
O sofá em que diversas vezes adormeci em seu colo
Algumas lágrimas rolam pela minha face
Como um filme diversas cenas passam
Reprises de coisas passadas, coisas importantes, coisas bem vividas.
Coisas de amor!

Fazia tempo que eu adormecia na mesma cama que você no natal,
Acordava com seus carinhos e mimos.
Escovavamos os dentes juntos e riamos de bobeiras rotineiras, coisas como duendes!
Como sempre, você se atrasava, era tempo demais se arrumando...
Acordavamos tarde, sempre eramos os ultimos a levantar
E não contentes os primeiros a se deitar depois do almoço.
Gostavamos de coisas gordinhas...
Comer, Dormir, Sair, Beber.
Fazia bem nosso estilo

Pena que nos juntamos cedo demais,
as vezes penso em como seria ser casal agora.
Rio sozinha imaginando as diversas bobeiras que fariamos
Faz bem sonhar. Sonhar com os pés no chão.

Querido papai noel...obrigada!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

chuva nossa de cada dia

eu gosto, quando a gente toma chuva e mesmo assim ri de tudo

caminhamos com os pés encharcados e a cara lavada.
Sabendo assim, que é assim. Bom assim!

Adentrando o sentimendo

Essa história de sentir é muito complexa!

Simplificando e Complicando

Pai, hoje eu resolvi fazer uma poesia,
Juntei várias folhas, agarrei um dicionário e até comprei uma caneta nova,
Me sentei na escrivaninha, liguei a luz, e mãos a obra...

Lá fui eu, rumo a poesia tão desejada.

...
...
...

Pai, já fazem três horas que me sentei aqui, e nada, absolutamente nada eu escrevi,
Será que me falta aprender a oração coordenada, ou quem sabe adjunto adverbial, quem sabe até pesquisar sobre o Oriente médio? Será que devo ler mais livros, recrutar histórias? ...

'Ser simples é ser sublime'. Hoje eu aprendi algo, mesmo sem escrever uma poesia... que ser simples não é tão fácil assim!

Dando coesão

Certas pessoas riem e falam de quem pratica poesia,
No entando mal sabem elas que há quem transforme suas vidas patéticas em atos sublimes e liras incríveis.

Musicalidade

Escuto uma boa música e não consigo pensar em mais nada, apenas em felicidade.

Simples X Complexo

Simples contém sete letras,

Complexo contém oito.

A complexidade ainda está ganhando.

Elaborando

E sobre o que as pessoas discutem afinal?
Não sei, enquanto elas discutem eu faço poesia

Teatro

E aí as cortinas do teatro da vida se abriram para a realidade...!

Par ou Impar

Se eu tivesse que dizer uma palavra nesse exato momento não sei qual seria

Minha cabeça anda cheia dos mais diversos substantivos, adjetivos e pronomes...

Se eu tivesse que me descrever nesse momento, até me descreveria,

Mas, há tantas coisas das quais posso falar, e então, porque falar de mim?

Se eu tivesse que confessar algo cara a cara, confessaria diversas coisas que me atormentam,

Mas aqui ninguém é confessionário, valhameDeus!

Mas já que não há o que falar, o que descrever e o que confessar, vamos apenas brincar!

Em um dia comum, desespero veio me visitar

Eu cheia de lágrimas nos olhos a chamei para entrar...

Desespero para o meu azar não veio sozinha, ela trouxe seus perpétuos amiguinhos, mas quanta emoção!

Face a face com ela e ele, eu lhes disse milhares de coisas...

Disse diversas bobagens nas quais eu mesma quis acreditar, só para matar, aceitar e enganar minha dor.

Porém, depois que todos se foram e eu fiquei a pensar, logo um surto veio me tomar

Eu fiquei pensando de que tudo isso ia adiantar?! Afinal, para que se enganar?!

Quando eu disse que o sentimento foi leviano, que ele logo encontrou-se em outra face, que eu tive a oportunidade de esquecer, que eu quis esquecer, eu menti!

Menti para não doer.

Mas há diversas coisas verdades que eu mesma escutei, e que mesmo sem acreditar,acreditei...!

Escutei hoje de alguém, um sábio alguém: 'Conhece a sua verdade Bha'

Fiquei a pensar, a olhar, a escrever...É verdade, ele tem razão!

E eu fico aqui a pensar, quando há de dar o momento linear de uma prosa solta no ar...

Querida Curitiba, muito obrigada pelos dias de frio!

Tabular

A mesa redonda está a espera de nós Gauches

Amizade

E quem diria que até a amizade entraria na dança,

Antes guiada pelo sábio e adorado mestre sala, passou de mão em mão.

E foi parar justo na mão da banalidade!

Pobre amizade.

Ao redor

E as vezes, quando olho ao meu redor

Penso nas maiores poesias que poderiam ser escritas.

Subversivo

E quando o gongo tocou,
Nós sabiamos que era a hora de ir
Ir pelos nossos estranhos caminhos!

Fugiu

E quando meu irmão pergunta de você,
Eu nem sei o que dizer!

Entre

É tão mais difícil entranhar-se quando já se está entranhado!

Simbolismo

Minha vida simbolista, será que um dia alguém vai me lembrar?

auto-análise

Não sou o exemplo de pessoa,
Mas uma coisa eu sei, sou eu.

E quem sou eu?

Inconstante e cheia de poesias

Pensando

E tudo fica mais interessante quando o 'parece' aparece.

Exemplar

E quando eu perguntei para a criança das mãos gordinhas se ela fazia tudo aquilo para chamar atenção
Ela me respondeu serenamente : 'sim'.

(para meu irmão)

Colorido

Balões coloridos enfeitam o céu,
Vamos comemorar, é festa de São João!

domingo, 18 de dezembro de 2011

entre nós, da amizade

Querido amigo,

há de chegar o dia, em que nós dois
Possamos conviver em harmonia

E antes de tal fato,
Vou poder dizer que eu tentei,
Que eu quis
Tentei retomar pr minucias e grandiosidades
Essa amizade que antes olhava as estrelas.

Não pense amado amigo,
Que todo esse esforço o qual te dedico
Sejam juras e sonhos de amor,
Pois, se um dia for , será

Não serão juras, nem cartas, nem poemas, muito menos palavras e poesias dedicados que farão
acontecer
Tal fato estará presente,pela maneira em que os olhos vão brilhar, no tocar dos corpos, mãos e lábios.
Na troca de olhares e sorrisos.

Peço- te aqui amigo, nesse curto poema, que não me entenda mal.
Que não pense que todo esse esforço
Essa maneira de querer, de procurar, de se preocupar, de mandar mensagem e se importar,
Seja uma forma sufocante de tentar reatar, voltar ao túnel do tempo.
Cada coisa em seu tempo, penso eu

Entenda todo esse gesto de quem quis,
Mas vou dizer amigo, já disse Vinícius que até o mais belo amor não sobrevive a indiferença. Quem dira uma amizade
Às vezes a gente cansa,
Fiz o que não deveria, fechei meus olhos e ouvidos para conselhos ' isso é se rebaixar'
Mas eu quis tentar, sabia o que os outros podiam pensar e até da forma maldosa que podia ser entendido.

Eu quis, eu tentei. Não me leve a mal

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Me virando

Minha sede não tem explicação.
Eu sinto a taça enxer e o meu coração acelerar!

Pelos arredores

Após tanto tempo,
Tantos minutos e segundos eu voltei.
Voltei com a maior cara lavada,
Sem vergonha nenhuma
A mercê de você!

Data tão querida, foi a independência...

Sábado começou quente,
Estabilizou morno e
Terminou fervendo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Gaucheando

Eu gosto de ler as poesias de Carol,
Pois Carol sabe falar manso e mesmo assim diz muito.

Gosto também de Marilisa e Yuri,
Pois Marilisa e Yuri desabam o amor

Adoro me deparar com Tales. É raro, mas, as vezes o acho nas curvas de sua poesia voraz, impetuosa, crítica.

Fico ligada para ver quando Edek vai dar o ar de sua graça, Poesia forte, real, sempre falando de maneira leve e sincera sobre acontecimentos, fatos. Edek é uma poesia auto-retrato.

Acho maravilhoso o Realismo de Guigo, sempre falando da vida, dos momentos, de seus amigos e de seus amores. Canta saudosista a indecisão. O vai não vai, o foi...ou o irá!

Gosto de todos os Gauches, pois...os Gauches sempre estão aqui, fortes. Tentando trazer a esse mundo, um pouco mais de essência.

Ao redor do Intimismo

Não entendo porque de críticas assíduas ao intimismo
Estão por toda parte, são vorazes!

'isso é coisa de bixa, fumado e atoa'

Eu não tenho culpa se você não sabe sentir.

Sobre qualquer coisa...

Qualquer coisa é querer tudo
E mesmo querendo
Não saber exigir
E aceitar...

Qualquer coisa!

Vamos lá

Está em tempo

Tempo de abraçar o irmão
Se aproximar do primo
Chorar no colo da mãe
Beijar o amigo

e

De enxer o copo
virar assunto de natal.

Tá em tempo, corre.

O Noel tudo vai perdoar!

Para a Saudade de Escrever sobre a Saudade

Eu acredito na Saudade
Saudade é palavra bonita.

Gosto da palavra Saudade
Ela possui um ar sentimental perticular

Saudade é coisa de um só e de todos
É bom se abraçar após tanto tempo

Saudade é para todos
A Saudade é assim, sem preconceitos.

Borboletinha. Voe e Fique ao mesmo tempo

' Eu não me lembrava de como era ter borboletas na barriga'

Das coisas que eu sei

Escrever sobre amores e de amores é bom,
Porém, sinto uma saudade constante de escrever sobre qualquer coisa!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tempo

Fazia tempo eu não sabia
Como era me encontrar assim...nas coisas perdidas!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

medo que se foi

Quando sua mão se enroscou na minha
Logo soltei-a, com um medo surreal

Você me lançou um olhar desentendido
Um olhar sincero e infantil de quem não sabia o que havia se passado.

Eu não soube esconder, o silêncio falou por mim
Você suavemente se enconstou e sorriu deixando tudo mais confortável e encorajado.

idas e vindas

Era alguma coisa no olhar, no sorriso, na maneira como segurava minha mão e me segurava


Era assim, alguma coisa assim...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

E a vida sorriu

E os ventos que eram sempre gelados e constantes,

Foram para longe de mim...para longe, longe, longe!

E agora, o abraço quente da vida vivida está aqui, está aqui, e aqui vai ficar.

E a vida nos sorriu, sorriu. Sorriu em cada canto, em cada hora, em cada segundo e minuto.

AH, a vida...!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Poesia dos 29

Hoje é dia 29,

toc toc...

'Quem é?'

-'Sou eu, a lembrança...vim te lembrar que é sempre bom relembrar'


E eu dei um breve sorriso sinalizando a felicidade.

Sou feliz, por todas as lembranças, elas sempre vão estar comigo, aonde eu for, aonde eu esteja!

Feliz 29 para todos nós.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Caixa

Em um dia de saudade
Subi em uma cadeira e puxei a grande caixa branca de cima do armário

Não sei explicar detalhadamente,
Mas essa caixa me causa um certo medo

Lá estava ela,
aquela caixa enorme toda trancaficada

Cortei as trancas,
abri a tampa e ali estavam...

Bilhetes, Cartas, Versos, Poesia, Felicidade

Milhares de lembranças, momentos.Tudo me tomou!

Abri, Mexi, Remexi e guardei

Logo me lembrei das palavras doloridas, das meninas moças, do poema endereçado...

Guardei a caixa, desci da cadeira, preparei um café, sentei e escrevi uma poesia para me libertar.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

E para que?

Foram doze estampidos ecoando no céu

Doze tiros certeiros

Doze mães

Doze pais

Doze vidas juvenis....



E assim, o cristo chorou.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ma-ri-a.

Maria tinha sete anos e não parava de me perturbar.

-Ei, quando vou poder ler Sartre, Hemingway, Céline e os outros?

-Quando você tiver idade talvez...

-Eu já tenho sete anos, falou eufórica

-E daí? eu tenho 20 e ainda não consegui

Mais do mais

Cara, eu queria escrever uma bela poesia e ter belas pernas



Poderia também ter amigos do samba, do blues e do jazz



Não seria muito pedir um belo sorriso? Uma calça da moda e um sapato de salto?



E quem sabe então faturar uma biblioteca?



Sim, ai eu dispensava tudo, menos o mozart rolando ao fundo e o cheiro impecável do café pairando no ar

aleatório

apenas lerei, não serei mais lida.

sábado, 12 de março de 2011

Apenas isso

Indo no compasso do descompasso,porém sempre com o passo ao lado do vasto.

...

E vem denovo,caminhando com rosto novo

Tentando apaziguar noutro, a mesma melodia encantada do aborto

O aborto não fetal, o aborto mental

Aquele que derruba, que tira o rouge da maçã facial

Que deprecia a bela face

Face caida, olhar no chão,coração apertado

Vida cheia de estafa, estafa mental

sábado, 29 de janeiro de 2011

Olha lá

Que dia, que noite, que singular

Que singular querendo virar plural ,basta colocar um pequenino 's' bem no final

Ah, mais a minha poesia mudaria toda

Para melhor ou para pior?

E lá existe poesia ruim? ou lá existe poesia boa?

Poesia é poesia, poesia

Ah, existe sim

Assim como dias bons e noites ruins