sábado, 24 de abril de 2010

Ao meu amor

Vem cá amor, dai-me tua mão gelada
Que eu a coloco entre meus seios
Dai-me teu sorriso amor, tua alma e teus beijos.

Dá-me amor, longos intervalos se sorrisos e de alegria
Dá-me amor denovo a vida, aquela que me roubaram
Dai-me amor teus versos longos, tua cantiga curta e teu amor eterno
Dai-me amor, teus dias e tuas noites, teu almoço e tua janta
Divide comigo amor essa plena felicidade...

Faz dela, a minha.

Não me solta a mão amor, não me deixa cair no precipício,
Não me deixa viver sem seu olhar.

Dá-me amor, aquele carinho e aquele beijo
Volta no tempo amor, só para me fazer feliz
Não deixa amor, o vento manso levar tuas folhas para longe de mim
Não deixa amor, essa distância quebrar o elo
Dá-me amor, todo teu amor.

sábado, 10 de abril de 2010

Poema de uma vida vestibulosa

Vida, o que eu faço aqui?!
Vida perdida no meio de 350 vidas
Vida minha, vida sua, vida nossa

Todos levando a mesma vida
Miserável? Confusa? Constante? Tediosa?
Independente de como seja, é vida

E o importante da vida é apenas ser vida destacada.
Afinal, o que é vida coesa?!
Que vida, sábia vida, sabe ser apenas 'vida'?

Para ser vida necessita ser intensa, frenética, alucinante
Precisa não apenas, ser vida
Precisa ser amor, vida, alma
Vida. v-i-d-a sua, minha, nossa

Vida

inexorável...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

abstrato.

Amar-te-ia,
com longos intervalos de plena emoção.
Falar-te-ia,
que os anjos do meu coração se alegram com seu coração ao lado do meu coração.