sexta-feira, 4 de setembro de 2009

.Resta Um

.E o que restou?
.Restou a ausência de sentimentos
.Restou o paladar tentando decifrar a mistura quase homogênea e indecifrável dos sabores
.Restou a parábola com concavidade para baixo, o resistor não equivalente..e acima de tudo a ausência do sujeito!
.Restou o eu lírico oculto e sem sentido
.Restou a falta se soluto em uma solução quase certa
.Restou o verbo no passado, sem ao menos me dar a digna esperança de conjugá-lo no fururo
.Restou a maré baixa, a ausência de sentidos, a ausência de certeza...a ausência de ser quem sou.
.Apenas me resta terminar o jogo resta um. E que o vento não corte os fracos laços nostálgicos os quais ainda me pertencem...

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